sábado, 28 de março de 2009

COMO AS MULHERES MUDAM OS HOMENS

Um homem pode estar cheio de boas intenções...
mas aparece uma mulher e os planos vão todos
por água abaixo...



sábado, 21 de março de 2009

TODAS AS VEZES....

Todas as vezes que insisti com a minha amiga Mariazita (e foram tantas!!!) para me ajudar a criar um blog, ela sempre me advertia: criar um blog é fácil; difícil é, depois, mantê-lo, alimentá-lo; e para isso não contas comigo.
Mas eu gostava tanto, era um brinquedinho com que sonhava há anos, que (água mole em pedra dura…) acabei por convencê-la, e ela criou-me este blog. Eu nada fiz, a não ser criticar o que não me agradava…só mesmo a pachorra dela p’ra me aturar!
Agora eu acabo por lhe dar razão. A minha vida profissional, de autêntico saltimbanco, pouco tempo poisado no mesmo sítio, sem horários para nada (comigo nem há horários nobres!...)(bem vistas as coisas, parece-me que nem há nada nobre!), torna-me difícil a tarefa de alimentar o bicho “Botinhas”.
Vou dedicar um dia, – não um dia completo, quem me dera!!! – algumas horas dum determinado dia, para tratar do animal, e, em princípio, ao sábado, ele mostrará as suas habilidades.
Por muito que eu ame a minha “irmã” de peito Mariazita, não vou dar-lhe o gozo de poder atirar-me em cara:
- Eu não te dizia??? mas tu não me largavas a porta… querias porque querias um blog…agora aguenta-te à bronca…desculpa-te perante os visitantes a quem te recomendei…não quero ter nada a ver com isso.
Sim, porque ela é muito boazinha, mas ai de quem lhe pisar os calos! Vira fera mesmo!!! Brincadeira…ela é mesmo amiga até ao fim.
Não vou maçar-vos mais – homens de leis falam sempre pelos cotovelos…
Hoje vou propor-vos, para dispor bem – que é sempre o meu intuito – um texto dum escritor/poeta/cronista, etc., etc., etc.…, cuja faceta de humorista considero das melhores da actualidade – Luís Fernando Veríssimo.
Tenho que pedir desculpas às senhoras pela linguagem um pouco “vernácula” utilizada pelo autor. Mas…não posso mudar uma linha ao que ele escreveu (por um lado) e também não quero (por outro) privar-vos desta que considero uma das melhores piadas dos últimos tempos.
E aqui fica a promessa solene de que nos “próximos capítulos” não haverá introdução a chagar-vos a cabeça…. Juro, beijando os dedinhos cruzados.
Bom fim-de-semana.

O QUE É UM PEIDO PRA QUEM TÁ TODO CAGADO?...
Luis Fernando Veríssimo (verídico)


Aeroporto Santos Dumont, 15:30.


Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. 'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30'.
Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei: 'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.' Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.'
Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento.
Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.
Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério: 'Cara, caguei!' Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.
'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei. 'Pior que isso não fico'.
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.
E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o feofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado...
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'
Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.
A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
'Nada, obrigado.'
Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...

sábado, 14 de março de 2009

A VELHICE É UMA MERDA

No meu segundo post aconselhei-vos a comprar óculos. Eu tinha as minhas razões…
Vocês não acreditaram…tudo bem, ainda não nos conhecemos assim tanto, para seguirem, de olhos fechados, os meus conselhos.
Mas aqui têm a prova de que a minha sugestão era acertada:


Um casal passa a lua de mel em uma linda cidade. Numa casa de espectáculos porno o letreiro anuncia:
'HOJE, O FABULOSO PAULINHO'.
Entram e o show começa com PAULINHO, 39 anos, numa cama com um louraça, uma morenaça e uma ruivaça, que ele traça uma a uma ... e depois repete. As três mulheres, exaustas, deixam o palco, enquanto PAULINHO agradece ao público, que aplaude efusivamente, de pé. Sob o rufar de tambores, uma mesinha com 3 nozes é colocada bem no centro do cenário.
PAULINHO quebra as 3 nozes com o pénis, com pancadas precisas. O público vai à loucura e ele é ovacionado por vários minutos!
Passados 25 anos, para recordar os velhos tempos, o casal decide comemoras as bodas de prata na mesma cidade. Passeiam pelos mesmos lugares e, diante da mesma casa vêem, surpresos, o cartaz:
'HOJE, O FABULOSO PAULINHO'.
Entram e, no palco, quem está? O PAULINHO, agora com 64 anos, enrugadinho, cabelos brancos, traçando 3 mulheraças com o mesmo pique. Não dá para acreditar! Quando os tambores começam a rufar, é colocada no centro do palco a mesma mesinha, agora com 3 cocos, e ele os quebra com o pénis com a mesma precisão.

Boquiaberto, o casal vai ao camarim para cumprimentar pessoalmente o fabuloso PAULINHO e, curiosos, lhe perguntam o motivo da mudança das nozes para cocos. Meio sem graça, ele responde:

- A VELHICE É UMA MERDA! A VISTA ESTÁ
FRACA E NÃO CONSIGO ENXERGAR AS NOZES!!!

domingo, 8 de março de 2009

DIA INTERNACIONAL DA MULHER II

VEJAM QUE PRESENTE LINDO ME TROUXE A AMIGUINHA SÃO, DO BLOG FENIX.
OBRIGADO, E UM DIA MUITO FELIZ, PARA TI E TODAS AS MULHERES.
PARABÉNS!


E AGORA, A VISÃO MASCULINA DESSE MARAVILHOSO SER QUE É A "MULHER"

DIA INTERNACIONAL DA MULHER I

sábado, 7 de março de 2009

OS PRÉMIOS DO BOTINHAS

Minhas amigas, meus amigos
Aqui estão os prémios que prometi atribui-vos.
Queiram servir-se, por favor.
Os primeiros doze estão individualizados.
O décimo terceiro é para quem o quiser agarrar…

Peço que me desculpem, mas não posso deixar de expressar, publicamente, o meu reconhecimento à minha querida amiga Mariazita.

(Ela vai-me matar quando ler isto…mas paciência, tenho que o dizer).

Para além de me ter criado este blog (toda a parte técnico/informática é de sua autoria – eu limitei-me a dar lamirés e a criticar), foi ela, também que criou os prémios que eu, vaidosamente, exibo!

Perdoa, minha querida, mas eu não podia deixar de (re)pôr a verdade!!!

Como a própria autora diz, é uma lembrança muito simples, e não passa disso mesmo: uma lembrança.

E agora, finalmente, sirvam-se!


terça-feira, 3 de março de 2009

PRECISAS DE ÓCULOS?

Se não achas o mundo perfeito, porque é que não experimentas usar óculos?



video

domingo, 1 de março de 2009

ABERTURA

SESSÃO DE ABERTURA


Declaro oficialmente aberto o blog do Botas, o Botinhas, que vai ter a colaboração (esporádica, diz ela…) da minha grande amiga Mariazita.
Aliás, permitam-me que lhe agradeça publicamente a enorme ajuda, especialmente na parte técnica, que ela me deu e vai continuar a dar.
E, já se sabe, que também vai ter que fazer um postezito uma vez por outra – quando eu me sentir cansado, o que acontece a maior parte do tempo.

Neste espaço nada vai ser sério, ou a sério.
Vamos sorrir muito – assim o espero – rir quando calhar, e, de vez em quando, ficar a matutar – porque não?
Os neurónios precisam ser exercitados, senão ficam murchinhos, murchinhos, e acabam por secar completamente. E uma cara, em cuja cabeça os neurónios estão secos, não consegue sorrir.
Sendo assim, nem vale a pena vir ver o Botinhas, porque ele gosta é de gente sorridente.
Esgotei todo o meu palavreado.
De futuro não vai haver conversa fiada.

Que comece o espectáculo, e seja bem-vindo quem vier por bem! (quem vier por mal será corrido à paulada)
PS - NÃO MALTRATE OS ANIMAIS. PODE FAZER FESTINHAS (SÓ NOS DOIS PRIMEIROS, A CONTAR DE CIMA, COM O SOM LIGADO)